Este Anime é demasiado perfeito para ser alguma vez possível o descrever, desde o começo se encontra um sentimento de falsa confiança para a salvação da humanidade, a Zero Two de facto foi criada para uma pessoa específica, aquela que a entende e principalmente consegue ver amor mesmo por trás da aparência, a inocência das crianças em não saber o básico da anatomia humana também demonstra o quão o criador se dedicou em criar uma história onde na qual se pode-se aprender diretamente com os antepassados, nomeadamente os livros, e uma crítica direta às elites do mundo onde na qual eles não querem saber de nós, apenas nos observam como um objetivo hoje útil amanhã inútil, realmente às vezes os episódios no qual se baseiam mais para a lore do anime sejam os mais importantes para que nós consigamos chegar ao fim do anime com os olhos em lágrimas, e finalmente perceber que as vezes temos de contrariar o nosso lado pensativo para conseguir se libertar e encontrar o nosso real lado, de facto nunca pensei q mesmo 7 anos após vez este anime e hoje com 17 anos me fosse causar tantas lágrimas novamente.
Este anime é simplesmente demasiado profundo para ser reduzido a palavras. Desde o primeiro momento, somos lançados numa sensação estranha de esperança artificial, como se a salvação da humanidade estivesse garantida — quando, na verdade, tudo aponta para o contrário. Há uma constante ilusão de segurança que vai sendo desconstruída aos poucos, até restar apenas a verdade crua do mundo em que estas personagens vivem.
Em Darling in the Franxx, a Zero Two surge como uma figura quase “destinada”, como se tivesse sido criada não para o mundo em geral, mas para uma única pessoa. Alguém capaz de olhar para além da sua aparência, da sua natureza instintiva e do medo que ela provoca, e ainda assim enxergar amor. Existe nela algo de trágico e belo ao mesmo tempo: a necessidade de ser compreendida e, ao mesmo tempo, o medo constante de nunca o ser.
A forma como o anime retrata as crianças e a sua inocência em relação ao mundo também não parece ser apenas um detalhe narrativo. Pelo contrário, dá a sensação de um mundo cuidadosamente controlado, onde o conhecimento foi limitado e a verdade escondida. É como se estes jovens fossem obrigados a reconstruir a humanidade a partir de fragmentos de um passado quase esquecido, aprendendo sobre a vida não por experiência direta, mas através de vestígios deixados por aqueles que vieram antes.
Existe também uma crítica subtil, mas constante, às estruturas de poder. As “elites” surgem como figuras distantes, frias, que observam a humanidade como um recurso: útil enquanto serve um propósito, descartável quando deixa de servir. Essa desumanização transforma pessoas em ferramentas, e a vida em algo contabilizado e controlado.
Os episódios mais focados na lore são, muitas vezes, os mais importantes. Não apenas porque explicam o mundo, mas porque aprofundam o impacto emocional da história. São eles que nos conduzem até ao final com o coração pesado, até ao ponto em que já não estamos apenas a ver a história — estamos a senti-la.
No fim, percebemos que nem sempre a lógica ou o pensamento racional são suficientes. Às vezes, é preciso confrontar aquilo que sentimos, aquilo que negamos, e aceitar a nossa própria fragilidade para conseguirmos ser livres.
E talvez por isso este anime continue a ser tão marcante. Porque, mesmo anos depois da primeira vez, ainda hoje, com 17 anos, ele consegue atingir o mesmo lugar profundo — e voltar a trazer lágrimas que já pensávamos ter deixado para trás.
Este Anime é demasiado perfeito para ser alguma vez possível o descrever, desde o começo se encontra um sentimento de falsa confiança para a salvação da humanidade, a Zero Two de facto foi criada para uma pessoa específica, aquela que a entende e principalmente consegue ver amor mesmo por trás da aparência, a inocência das crianças em não saber o básico da anatomia humana também demonstra o quão o criador se dedicou em criar uma história onde na qual se pode-se aprender diretamente com os antepassados, nomeadamente os livros, e uma crítica direta às elites do mundo onde na qual eles não querem saber de nós, apenas nos observam como um objetivo hoje útil amanhã inútil, realmente às vezes os episódios no qual se baseiam mais para a lore do anime sejam os mais importantes para que nós consigamos chegar ao fim do anime com os olhos em lágrimas, e finalmente perceber que as vezes temos de contrariar o nosso lado pensativo para conseguir se libertar e encontrar o nosso real lado, de facto nunca pensei q mesmo 7 anos após vez este anime e hoje com 17 anos me fosse causar tantas lágrimas novamente.
Este anime é simplesmente demasiado profundo para ser reduzido a palavras. Desde o primeiro momento, somos lançados numa sensação estranha de esperança artificial, como se a salvação da humanidade estivesse garantida — quando, na verdade, tudo aponta para o contrário. Há uma constante ilusão de segurança que vai sendo desconstruída aos poucos, até restar apenas a verdade crua do mundo em que estas personagens vivem.
Em Darling in the Franxx, a Zero Two surge como uma figura quase “destinada”, como se tivesse sido criada não para o mundo em geral, mas para uma única pessoa. Alguém capaz de olhar para além da sua aparência, da sua natureza instintiva e do medo que ela provoca, e ainda assim enxergar amor. Existe nela algo de trágico e belo ao mesmo tempo: a necessidade de ser compreendida e, ao mesmo tempo, o medo constante de nunca o ser.
A forma como o anime retrata as crianças e a sua inocência em relação ao mundo também não parece ser apenas um detalhe narrativo. Pelo contrário, dá a sensação de um mundo cuidadosamente controlado, onde o conhecimento foi limitado e a verdade escondida. É como se estes jovens fossem obrigados a reconstruir a humanidade a partir de fragmentos de um passado quase esquecido, aprendendo sobre a vida não por experiência direta, mas através de vestígios deixados por aqueles que vieram antes.
Existe também uma crítica subtil, mas constante, às estruturas de poder. As “elites” surgem como figuras distantes, frias, que observam a humanidade como um recurso: útil enquanto serve um propósito, descartável quando deixa de servir. Essa desumanização transforma pessoas em ferramentas, e a vida em algo contabilizado e controlado.
Os episódios mais focados na lore são, muitas vezes, os mais importantes. Não apenas porque explicam o mundo, mas porque aprofundam o impacto emocional da história. São eles que nos conduzem até ao final com o coração pesado, até ao ponto em que já não estamos apenas a ver a história — estamos a senti-la.
No fim, percebemos que nem sempre a lógica ou o pensamento racional são suficientes. Às vezes, é preciso confrontar aquilo que sentimos, aquilo que negamos, e aceitar a nossa própria fragilidade para conseguirmos ser livres.
E talvez por isso este anime continue a ser tão marcante. Porque, mesmo anos depois da primeira vez, ainda hoje, com 17 anos, ele consegue atingir o mesmo lugar profundo — e voltar a trazer lágrimas que já pensávamos ter deixado para trás.
Danw calma Diogo